SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA, SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO E DRENAGEM URBANA
Para que um ambiente tenha as condições adequadas para a ocupação humana, um conjunto de ações sócio-econômicas deve ser definido. Neste contexto o saneamento tem demandado ações em todas as esferas governamentais. Por meio de abastecimento de água potável, coleta e disposição sanitária de resíduos sólidos, líquidos e gasosos, promoção da disciplina sanitária de uso do solo, drenagem urbana, controle de doenças transmissíveis e demais serviços e obras especializadas, temos condições de proteger e melhorar a qualidade de vida da população rural e urbana.
A elaboração de um projeto de S.A.A - Sistema de Abastecimento de Água, exige um conhecimento das vazões de dimensionamento das várias partes constituintes do sistema. E para determinarmos essas vazões, é indispensável sabermos o número de habitantes a serem atendidos e a quantidade de água necessária a cada indivíduo. Além de conhecer a população total e de prever as futuras, é necessário saber também como se distribui e como se distribuíram essas populações por meio da densidade demográfica (hab./ha).
Outra variável de suma importância é o dimensionamento das redes de distribuição de água e a pressão existente nas mesmas. Para que uma rede de distribuição possa funcionar perfeitamente, é necessário haver pressão satisfatória em todos os seus pontos. Onde existe menor pressão, instalam-se bombas, chamadas boosters, cujo objetivo é bombear a água para locais mais altos.
Quando os aparelhos e torneiras de uma instalação predial são alimentados diretamente pela rede pública na qual reina uma pressão muito elevada, o consumo médio aumenta devido à saída maior da água, mesmo com pequena abertura das válvulas e torneiras e, também, devido às maiores fugas ocorrentes na própria rede. Se a alimentação for indireta, isto é, através de reservatórios domiciliares, os defeitos de registros de bóia serão mais freqüentes e ocasionarão, igualmente, perdas de água e, portanto, maior consumo. Por isso, as redes distribuidoras devem trabalhar a pressões tanto quanto possível reduzidas, desde que assegurem o abastecimento adequado a todos os prédios servidos.
“Nossa equipe realiza projetos de infra-estrutura urbana (Sistemas de Abastecimento de Água, Sistemas de Esgotamento Sanitário, Drenagem Urbana) e garantimos a aprovação na COPASA e SUDECAP respectivamente.”
A elaboração de um projeto de S.A.A - Sistema de Abastecimento de Água, exige um conhecimento das vazões de dimensionamento das várias partes constituintes do sistema. E para determinarmos essas vazões, é indispensável sabermos o número de habitantes a serem atendidos e a quantidade de água necessária a cada indivíduo. Além de conhecer a população total e de prever as futuras, é necessário saber também como se distribui e como se distribuíram essas populações por meio da densidade demográfica (hab./ha).
Outra variável de suma importância é o dimensionamento das redes de distribuição de água e a pressão existente nas mesmas. Para que uma rede de distribuição possa funcionar perfeitamente, é necessário haver pressão satisfatória em todos os seus pontos. Onde existe menor pressão, instalam-se bombas, chamadas boosters, cujo objetivo é bombear a água para locais mais altos.
Quando os aparelhos e torneiras de uma instalação predial são alimentados diretamente pela rede pública na qual reina uma pressão muito elevada, o consumo médio aumenta devido à saída maior da água, mesmo com pequena abertura das válvulas e torneiras e, também, devido às maiores fugas ocorrentes na própria rede. Se a alimentação for indireta, isto é, através de reservatórios domiciliares, os defeitos de registros de bóia serão mais freqüentes e ocasionarão, igualmente, perdas de água e, portanto, maior consumo. Por isso, as redes distribuidoras devem trabalhar a pressões tanto quanto possível reduzidas, desde que assegurem o abastecimento adequado a todos os prédios servidos.
“Nossa equipe realiza projetos de infra-estrutura urbana (Sistemas de Abastecimento de Água, Sistemas de Esgotamento Sanitário, Drenagem Urbana) e garantimos a aprovação na COPASA e SUDECAP respectivamente.”
LICENCIAMENTO AMBIENTAL
Prestamos consultoria em licenciamento ambiental, implantação do PGRS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, e implantação de SGA – Sistema de Gestão Ambiental, visando à certificação de Norma ISO 14001.
O Licenciamento é uma das etapas do planejamento de qualquer empreendimento que seja considerado efetivo ou potencialmente poluidor, ou ainda capaz de causar algum tipo de degradação ambiental. Objetiva a preservação, melhoria e/ou a manutenção da qualidade ambiental de uma área, adequando as intervenções dos empreendimentos as normas ambientais.
Um licenciamento ambiental é caracterizado por três diferentes fases: Licença Prévia - LP; Licença de Instalação - LI e Licença de Operação - LO. Está previsto na Lei Federal de Proteção Ambiental nº 6.938/81 e regulamentado pela resolução CONAMA nº 237/97. Os principais documentos do licenciamento Ambiental são: EIA – Estudo de Impacto Ambiental, RIMA – Relatório de Impacto Ambiental, RCA – Relatório de Controle Ambiental, PCA – Plano de Controle Ambiental.
COLETA, CONSISTÊNCIA, GEORREFERENCIAMENTO E ELABORAÇÃO DE BANCO DE DADOS AMBIENTAIS
O pilar para qualquer tipo de estudo ambiental e sócio-econômico é a qualidade dos dados utilizados no mesmo. Somente por meio de dados consistidos e georreferenciados podemos caracterizar o meio físico e definir medidas preventivas visando o desenvolvimento sustentável.
Atuamos no levantamento, modelagem, organização e análise de dados geoespaciais, possibilitando aos nossos clientes obterem informações precisas e essenciais para seus negócios.
GEOPROCESSAMENTO E SENSORIAMENTO REMOTO
O Geoprocessamento se torna a cada dia uma ferramenta indispensável para a gestão e controle ambiental, tanto para empresas públicas quanto privadas. Utilizamos programas de computador e equipamentos específicos que permitem o uso de informações geográficas, armazenamento, gerenciamento, manipulação, cruzamento, exibição, documentação, digitalização e distribuição de dados para produzirmos informações ambientais necessárias para cada tipo de trabalho.
OUTORGA DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS
Realizamos estudos para solicitação de outorga junto a ANA e ao IGAM.
A outorga de direito de uso de recursos hídricos é um dos seis instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, estabelecidos no inciso III, do art. 5º da Lei Federal nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997. Esse instrumento tem como objetivo assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e o efetivo exercício dos direitos de acesso à água.
São sujeitas a outorga de direito de uso de recursos hídricos quaisquer intervenções que alterem o regime, a quantidade ou a qualidade da água existente em um corpo de água, tais como: captações em curso de água, barragens em geral (abastecimento de água, industrial, disposição de rejeitos e geração de energia), poços tubulares, dragagens, canalizações, desvios, travessias rodo-ferroviárias (pontes e bueiros) e lançamentos de efluentes (Lei 9.433/1997).
Para Minas Gerais a outorga para uso de recursos hídricos deve ser solicitada junto ao IGAM – Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Lei 13.199/99), quando se tratarem de corpos de água de domínio do Estado, e junto à ANA – Agência Nacional de Águas (Lei 9.984/2000), quando se tratarem de corpos de água de domínio da União.
AVALIAÇÃO DE POÇOS TUBULARES, MEDIDAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E DESENVOLVIMENTO
Atualmente existe uma larga opção de técnicas e produtos, tanto físicos quanto químicos, que permitem a melhoria no abastecimento de água subterrânea. Por meio de procedimentos específicos, preventivos e corretivos, podemos garantir o prolongamento da vida útil de poços tubulares e prevenir a contaminação ou superexplotação de aqüíferos.
A vida útil de um poço tubular depende do tipo de material utilizado na sua construção, pois sua duração e funcionamento são afetados pelas características físicas ou químicas da água no aqüífero. Alem disso, devem ser consideradas as condições ambientais, qualidade da água produzida, revestimentos, filtros, bombas, instalações hidráulicas e elétricas.
Trabalhamos na avaliação de tecnologias, medidas de proteção, controle e desenvolvimento, visando o aumento da vida útil de poços tubulares e a preservação da qualidade e quantidade da água subterrânea.
ENSAIOS DE CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA EM AQÜÍFEROS SATURADOS (SLUG TEST, BAIL TEST), E, TRATAMENTO DE DADOS DE TESTES DE BOMBEAMENTO PARA AVALIAÇÃO DE AQÜÍFEROS
Realizamos ensaios Slug e Bail Test para a determinação da condutividade hidráulica em aqüíferos saturados. Trabalhamos com o tratamento de dados de testes de bombeamento e recuperação para avaliação de aqüíferos.
O ensaio de bombeamento é um dos mais importantes procedimentos para se avaliar e estudar a disponibilidade de águas subterrâneas. Ele permite determinar tanto as características de explorabilidade do aqüífero como também suas propriedades hidrogeológicas como condutividade hidráulica, transmissividade e coeficiente de armazenamento. Esses parâmetros são essênciais para a elaboração de modelos numéricos de fluxo e transporte de contaminantes nas águas subterrâneas.
Parâmetros hidrodinâmicos dos aqüíferos passiveis de serem calculados através de testes de bombeamento:
(K) Condutividade Hidráulica: representa o grau de facilidade com o qual a água escoa no meio. Influencia a taxa na qual a água pode ser bombeada para uso "in natura" ou tratamento.
K = k.pg/µ
Sendo:
k = permeabilidade específica, depende da porosidade efetiva, distribuição do tamanho dos poros e da tortuosidade do meio.
pg/µ = característica do fluido, denominado fluidez, depende da temperatura e composição do fluído.
(T) Transmissividade: produto da espessura da formação e a condutividade hidráulica.
T = K.b
Sendo:
K = condutividade Hidráulica
b = espessura do aqüífero em metros
(Se) Coeficiente de Armazenamento Específico: volume de água produzido no bombeamento de um aqüífero confinado, por unidade de volume do meio e por unidade de rebaixamento do nível piezométrico.
Se = pg (α + ηβ)
Sendo:
α = compressividade do meio poroso
η = porosidade total
β = compressividade da água
p = densidade
g = aceleração da gravidade
Para aqüíferos livres a água estocada é liberada principalmente pela drenagem gravitacional dos poros, sendo representada pelo coeficiente de armazenamento efetivo (Sef)
Sef = S + Nef
Sendo:
S = coeficiente de armazenamento
Nef = porosidade efetiva
CLASSIFICAÇÃO ESTIMADA DO POTENCIAL DO AQUIFERO EM FUNÇÃO DOS VALORES MÉDIOS DOS PARÂMETROS HIDRODINÂMICOS
CARACTERIZAÇÃO HIDROGEOQUÍMICA EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
Mediante resultados de análises físico-químicas podemos identificar o histórico da água, seus principais minerais solubilizados, origem de eventuais contaminações e a identificação dos principais inconvenientes que podem ocorrer em relação ao uso da água (humano, animal, irrigação e industrial), evitando-se assim que eventuais problemas (incrustações, efeitos indesejáveis a saúde humana, etc.) possam ocorrer. Isto possibilita a adequação do uso da água subterrânea às suas características hidrogeoquímicas.
AVALIAÇÃO DE RISCO A SAÚDE HUMANA
O objetivo principal da etapa de avaliação de risco é a identificação e quantificação dos problemas que podem comprometer a saúde humana, provenientes de uma área contaminada, uma vez que a saúde humana e a segurança da população devem ser priorizadas, dentre os bens a proteger expostos a uma área contaminada.
As metodologias de avaliação de risco são baseadas em princípios de toxicologia humana e no conhecimento das propriedades físico-químicas e do comportamento ambiental dos contaminantes.
A identificação e quantificação dos riscos em uma determinada área contaminada subsidiará a definição dos objetivos a serem atingidos na remediação e nas medidas corretivas a serem adotadas.
As metodologias existentes de avaliação de risco a saúde humana em áreas contaminadas seguem, em geral, a desenvolvida pela Agência de Proteção Ambiental Americana, a United States Environmental Protection Agency - USEPA, em 1989.
Para Estudos de Avaliação de Riscos utilizamos planilhas desenvolvidas pela CETESB e procedimentos a partir da metodologia RBCA (Risk Based Corrective Action) ou “REBECA”. Os cálculos e simulações são efetuados para cada caso, objetivando determinar os riscos associados ao cenário de contaminação especificamente para o uso pretendido da área.
ESTUDOS DE ALTERNATIVAS DE REMEDIAÇÃO
Um fator primordial na remediação de alto custo é a correta utilização de tecnologias adequadamente selecionadas para as condições específicas do local. O bombeamento e tratamento é o método mais utilizado para a remediação de águas subterrâneas, porém muitas vezes insuficiente porque ou a fonte de contaminação não é adequada para este tipo de tratamento ou os sistemas não são otimizados.
Mesmo quando os sistemas são devidamente operados, eles podem não funcionar bem em ambientes geológicos complexos ou aqüíferos heterogêneos, existindo algumas situações que podem tornar os locais mais difíceis de serem remediados.
Por exemplo, a deposição em aterro, é o método mais utilizado para tratar solos contaminados, porém eles não são remediados e esse método simplesmente move o problema de um local para outro. Além de ser caro, transportar contaminação do solo para outro local aumenta o risco de prejudicar a saúde humana e o meio ambiente.




